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Deus tão somente; abaixo de Deus — Aristarcho. »
Um ultimo gesto espaçoso, como um jamegão no vacuo, arrematou o rapto de eloquencia.
Eu me sentia compenetrado d'aquillo tudo; não tanto por entender bem, como pela facilidade da fé cega a que estava disposto. As paredes pintadas da ante-sala imitavam porphyro verde; em frente ao portico aberto para o jardim, graduava-se uma larga escada, caminho do andar superior. Flanqueando a magestosa porta d'esta escada, havia dous quadros de alto relevo: á direita uma allegoria das artes e do estudo, á esquerda as industrias humanas, meninos nus como nos frisos de Kaulbach, risonhos, com a ferramenta symbolica—psychologia pura do trabalho, modelada idealmente na candura do gesso e da innocencia. Eram meus irmãos. Eu estava a esperar que um d'elles convidativo me estendesse a mão para o bailado feliz que os levava. Oh! que não seria o collegio, traducção concreta da allegoria, ronda angelica de corações á porta de um templo, dulia permanente das almas jovens no ritual austero da virtude!