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Página:O Menino do Gouveia.pdf/15

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siasmo acceitei, que despissemos as ceroulas para melhor gosar a carne contra a carne.

Sentei-me nas pernas do velhote e começamos a bebericar o vinho pelo mesmo copo, a beijarmo-nos lubricamente, a sugarmos os beiços e a chuparmos a lingua um do outro.

O meu primeiro amante de velho somente tinha a apparencia, pois possuia mais fogo que muito moço que anda por ahi; eu, por meu lado, tinha mil comichões na bunda.

Elle procurou com a mão a minha pica dizendo:

— Deixa ver como está dura essa piroquinha...

Uma decepção o esperava: a minha pica mantinha-se como sempre estendida completamente, porém molle, flacida, mulambenta. Elle esteve a friccional-a algum tempo, porém em vão. Entretanto, eu sentia, eu bem sentia a impressão forte do seu carinho, mas era na bunda que tinha tremuras enormes.

O Gouveia perguntou-me:

— Bembem, você não tem tesão?

— Tenho, tenho muito até, mas na bunda, nas prégas do cú.

Com esta declaração, o caralho do homemzinho, que já estava a meio páo, armou todo, com todo o garbo e valentia.

O Gouveia carregou-me nos braços e poz-me em cima da cama.

O' doce momento! Eu ia finalmente receber na bunda o membro viril de u m homem!

Com que ventura eu me estendi de bruços sobre o leito, esperando o amoroso ataque!

O meu defíorador untou o famoso nabo