Página:O Tronco do Ipê (Volume I).djvu/101

Wikisource, a biblioteca livre
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa


Mário, deixando bruscamente a cabana, descera à várzea, e caminhando à toa chegara ao tronco do ipê.

Parado aí, começou a olhar para as cruzes pretas, que já então existiam. Não se sabia ao certo quem aí pusera aquelas cruzes, embora as suspeitas recaíssem sobre pai Benedito.

Dava-se porém a circunstância de serem alguns desses toscos monumentos fúnebres consagrados a cinzas desconhecidas, de data muito remota, quando talvez o preto velho, habitante da cabana, ainda não tinha deixado os areais de sua pátria africana.