Ella supplicava-o de correr immediatamente com gente armada para livrar Caleno, Jone e ella que poderiam testemunhar e salvar o pobre Glauco.
Sallustio reunio os creados, armou os e correndo foram a casa de Arbace, onde não tardaram a vencer a resistencia dos escravos do Egypciano.
Poucos momentos depois, Nydia, Caleno e Jone o seguiam para o Circo onde o espectaculo já tinha começado.
Glauco diante do leão... — Glauco estava no centro da arena. Elle não tremia. Queria morrer elegantemente como elegantemente tinha vivido. Emépunhou um gladio curto com o qual devia combatter com o leão...
Os legionarios do Circo soltaram uma fera enorme e terrivel, mas, o rei do deserto não se avançava contra o condemnado ; estava abatido e um terror inexplicavel o fazia correr como louco ao redor da Arena procurando uma sahida para escapar... O que que tinha o animal tão feróz para estar em tal modo terrorizado ?.....
O despertar do Vulcão... — N՚aquelle momento, Caleno, Sal lustio, Nydia e Jone compareceram diante do Podium consular para proclamar as vóz alta a innocencia do Atheniense e a infamia do Egypciano.
O povo ouvindo taes testemunhas, e ebrio de raiva, avançou contra o infame sacerdote. Um grito terrivel se propagou de uma para outra parte do amphitheatro: Morte á Arbace... Seja dado ás feras Arbace ! ! !.....
Mas, no momento em que o ignobil sacerdote estava para ser arremessado na arena, um facto terrivel espantoso, que nunca nenhuma penna poderá descrever, veio a modificar as vontades do povo e o destino de Arbace.
A fera havia presentido um terrivel cataclysma. Longe, da cratera do Vesuvio, um gigantesco pennacho de fogo subia ao céo e descia como chuva de cinza, lapillos e torrente de lava... A terra tremeu ; as paredes do amphitheatro vacillaram e pouco mais