PHARÓES
47
Na volupia da dor que me transporta,
Que este meu ser transfunde nos Espaços.
Sinto-te longe, ó Esperança morta.
E em vão alongo os vacillantes passos
Á procura febril da tua porta,
Da ventura celeste dos teus braços.
Na volupia da dor que me transporta,
Que este meu ser transfunde nos Espaços.
Sinto-te longe, ó Esperança morta.
E em vão alongo os vacillantes passos
Á procura febril da tua porta,
Da ventura celeste dos teus braços.