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Adeus, oh! cruz solitaria,
A aurora vejo assomar!
O meu fado ha de cumprir-se....
É forçoso caminhar....
Adeus, oh! campos saudosos!
Adeus, oh cruz peregrina!
Vou vagar por esse mundo,
Vou cumprir a minha sina!
Feliz de mim se podesse
A teus pés adormecer;
Mas na terra não descança
A cruz do meu padecer.
Agosto de 1845.