Página:Til (Volume III e IV).djvu/291

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e tão violento esforço, voltou a arrimar-se ao tronco, e ofegante, a desfalecer, abraçou-se com ele para não cair.

Ficara Jão Fera como chumbado ao chão, sem força para fugir, sem coragem para aproximar-se. Afinal, passo a passo, senão de arrasto, avançou:

— Nhazinha! balbuciou com a voz cava e submissa.

Voltou-se a menina em um soberbo assomo de ira:

— Vai embora! Não te quero mais ver! Tu és pior do que fera: és um demônio. Não há sangue que te farte!...

De cabeça baixa, o Bugre, rechaçado por aquele ímpeto de indignação, afastara-se dois passos; mas apenas desviou-se o olhar cintilante da menina, retrocedeu:

— Perdoe, Nhazinha!