TRATADOS DA TERRA E GENTE DO BRASIL 275 TYPOYA (pag. 170) e na nota Tupiya, apparece ainda sob as formas tupoi, tupai, tipói e pode ser reportado ja a pái ou mbai e já a aba (V. Tomo VII dos Annaes Bibl. Nac.. A forma Tupyia é muito incorrecta e tende a fazer confundir com Taply (choupana), que se refere a outro radicul. Viatã (pag. 195).
Não vem nos autores nome de tribu que se pareça com este. Em Abañeenga ui-atã literalmente é “farinha dura, ou mui torrada”.
Parece pois que, como nome de tribu, seja antes alterado de my-atã ou py-atã forte, rijo, tenaz, renitente, esforçado.
Yo ou Yoc ou Yok, Sr. fr. Honorio Mossi no seu vocabulario do kechua, logo depois de definir nesta lingua “calções” (huara pañctes o zaraguelles estrechos), diz "huaragor el que los trae (se, estos pañetes ó zaragnelles)". E em seguida declara: "de aqui el nombre de los indios Guaruyos Guarani tomado esto segundo del Aymara; ni em Aymara equivale al gor de la Quichua: Huarani v Huarayoc son lo mismo y conviene muy à proposito á kos indios, que vivian desnudos y no levaban mas que el tapa-rabo ó pañetes bajos. “ A composição Huara-yoc em Kechua está exacta, visto como ambos os themas pertencem à lingua. Porém, sem embargo de ser o Aymará muitíssime commexo coll (1 Kechun, com tudo já não é lícito tauta liberdade de composição. Em Aymarà huara e thera de um vocabulo que significa “estrella” e de un verbo que significa “espantar” Não conheço bem o modo de composição para affirmar que huara-ni pudesse exprimir "brillante (coma estrelin) ou “espanioso” Adniittida porém a explicação dada por Mossi, te