Página:Ultimos Sonetos.pdf/121

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INVULNERAVEL


Quando dos carnavaes da raça humana
Fôrem cahindo as mascaras grotescas
E as attitudes mais funambulescas
Se desfizérem no feroz Nirvana;

Quando tudo ruir na fébre insana,
Nas vertigens bizarras, pittorescas
De um mundo de emoções carnavalescas
Que ri da Fé profunda e soberana;