Página:Ultimos Sonetos.pdf/189

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SÓ!


Muito embóra as estrelIas do Infinito
Lá de cima me acenem carinhosas
E dêsça das esphéras luminosas
A doce graça de um clarão bemdito;

Embóra o mar, como um revél proscripto,
Chame por mim nas vagas ondulosas
E o vento venha em coi eras medrosas
O meu destino proclamar n'um grito;