Página:Ultimos Sonetos.pdf/44

Wikisource, a biblioteca livre
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
38
ULTIMOS SONETOS


Mas Tu, que na alma a immensidade féchas,
Que abriste com teu Genio fundas bréchas
No mundo vil onde a maldade exulta,

Ó delicado espirito de Lendas!
Fica nas tuas Graças estupendas,
No sentimento da grandeza occulta!