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ultimos cantos.
IV.
Porém tu, afagada e querida,
Com requebros donosos, gentis,
Vai contente caminho da vida,
Bello anginho, mimoso e feliz!
E do bardo a canção magoada,
Quando a possas um dia escutar,
Hade ser como rota grinalda,
Que perfumes deixou de exhalar!
E esta mão talvez seja sem vida,
E este peito talvez sem calor,
E memoria apagada e sumida,
Talvez seja a do triste cantor!