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Página:Ultimos cantos- poesias.pdf/110

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ultimos cantos.

Porque tudo, quando nasce,
Seja a luz da madrugada,
Seja o romper da alvorada,
Seja a virgem, seja a flor;
Tem mais amor, tem mais vida,
Como celeste feitura,
Que sahe melindrosa e pura
D’entre as mãos do creador.

28 de julho.