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Página:Ultimos cantos- poesias.pdf/131

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ULTIMOS CANTOS.
115

« É doce, qual perfume matutino,
Que a flor eximia,
Que pelo peito da mulher amante
S'interna e cala;

« E doce, como a luz que se derrama
Pela face do mar,
Quando brando luar, da noite amigo,
Vem nella se espelhar.

« Falta, bem sei que amarga é tua vida,
Que amargo é teu penar;
No silencio da noite lenho ouvido
Teu peito a soluçar!

« Falia, tu bem vês que se a tormenía
Tetrica voa,
Ao ninho de seus pães o passarinho
Rápido voa. »





—Oh meu pai, como eu quizera
Meus pezares te esconder,