da vez maior de nomes, esquecidos e sepultados sob montanhas de papel impresso, para se vender aos kilos: — é pura maravilha que de um Minarete de bohemios, como de uma caixa de magicas, saltassem fóra, feitos e consagrados, um poeta e tres prosadores, de verdade, em carne e asso. Parece que vae nisso embuste de pelotiqueiro. Pelo menos é a suspeita do espectador finorio que não crê satisfatoriamente em varinhas magicas nem nos seus condões.
E o espectador incredulo não desconfia em vão; porque houve segredo de arte no encantamento do Minarete. Qual?
Tenho por optimo divertimento o explicar sortes de passe-passe, sobretudo quando já se sabe a traça, e os mais da companhia arregalam olhos curiosos para a gente, a interrogar — como é ? — Processo recommendavel, quasi a salvo de perigos, para exhibir talentos de emprestimo, e saborear vaidades que não offendam as alheias. Valerá a pena a explicação do Minarete? E՚ o que se verá depois do feito.