Página:Leal consselheiro.djvu/12
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0 LEAL CONSSELHEIRO. -Era nome de nosso senher jhil xpO corn nun graa. E de sun muy maneta madre nonsa sanborn sancta me,. tin. Comeranne o trautado se charon !eal consselhei- re o qual fez D. Eduarte plla graqa.de deos Ray de Portugal e do Algarye e Senher de Cepta. Arrequeri- mento da Muy excellearn Reynha dons Leonor sun toolher. Muyto prezada e amada Raynha. Senhorn, yon me retires tea que juntamente yon mandasse screuer al- gu cousas que auia scriptas, per boo regimento de norares eonciencias e' vooniades. E ponte sibh gr. .as anonae senher, clue de todo aueea muy comprido e, onhecimto corn uirtuosa hunanna, natinfazendo sues- so desejo. Conssyrey qua seria reelher feicto em form& le huO see tractado corn aiguOs adimentoa. Eassi o per uos cOplazer e filhar no fazendo algui[l spao de euidados corn razeado passamento de tpo. E desi sentir qua [psando como sobresto ey de screuer sa beria main desta moral e uirtuosa ,ciencia. E qua me .gard guardar do lazer cousaa real feitas, pot seerera eontrairas do qua serevo, ainda qua eel& obra pera eu 'azer poueo perteeeente posto qua atodos eatados seia neeessarlo saber como dduem sguir tfirtudes guardan- donne de petados, e outton fal]cimentos. E desi por tlgu deet pequenn Leitura se poder prestar A