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4 0 .EAL CONBLHgIO. ras irtud theollaa. E a qrta que dizens j8 feita a uoonde, ay nat como nos m09tra am rft .udia que er 8e eutendendoa per duns guiM9. Hui que conrmam a unde m mua, dizo em todo q sam mm oq dejamos, mas oq 1 m z, fido que uelio reelbar, a q al . uio aude .ueilo m at a eatentre Erem disemro que sa mpri ruertees qtm nos facts fempre aeguyr, e azer no& uoon- ade, equal be qum tados nos encamynhemos asmsn 9nluaqom, uesi oomo afaaem aquetle s que ja sam sun 8anct& gloria, no amar, glorificar, e eeruir quynta que ]izemos: Pam nosso decadadia nos da motra aquella grailde temperan& de que Jbe prouue hmm as aetm dmcpullos, �outros qae quorum tuyr, nora denejando sabre auondtn deuiandan, men o mantymento que nempre necessidade requere �!m(l dya demnndando, nos contentemro Afmexta per que diemos: Quytanoa nasa dioydas, eomo man quy- tAmo deaedores, nos he mostratio odereito careysilo dajuoti(a .que cam noseo no' terra, segundo Itosas obraa fi que nos deuem der mircoia como dejaos qe dos ja. Aptima d: q jam der5 an. tempom, masque s l u al E aqs he uisto qoe auire da �farallon, qe de noo nhor n he tor, de- ve pere, aqu s am, e teos Googlc
