Ao véu de Anarda

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Ao véu de Anarda
por Manuel Botelho de Oliveira


Negando um véu ditoso
Da bela Anarda o resplandor queixoso,
Beberam meus suspiros
De Amor as chamas, e do Amor os tiros;
De sorte que em motivos de meu gosto
Era venda do Amor o véu do rosto.