Canção do Treme-Terra

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Canção do Treme-Terra[1][2]
Letra por Sgt PM Raimundo José de Araújo
Melodia por Sgt PM Raimundo José de Araújo



Somos nós vigilantes obreiros,
Do progresso, da ordem, da paz.
Nos distantes rincões brasileiros,
No labor da metrópole audaz.
Sentinela do lar, sentinela,
Da velhice, da infância e do bem.
Do soldado entre as glórias mais belas,
Nossa glória refulge também!

Somos força da paz e da guerra,
Em combate constante ao que é vil.
Para ordem e progresso que encerra,
Essa augusta bandeira da terra,
Que com honra guardamos,
Brasil!!!

É a lei nosso gládio colendo,
Nossa força, a verdade e a clemência.
Prevenindo, salvando, morrendo,
Guardiões somos nós da inocência.
Porém somos também dos guerreiros,
Descendentes dos grande tupis,
Que dos pampas aos crús seringueiros,
Combateram sem treguas viris!

Somos força da paz e da guerra...

Assim pois um feliz dualismo,
Duas vezes soldados nos faz,
Do Brasil defensores na guerra,
Sentinelas da ordem e da paz.
Eis a justa razão da ufania,
Que no peito trazemos constante.
Somos ordem, civismo e harmonia,
Somos braços da lei vigilantes!

Somos força da paz e da guerra...

Notas[editar]

  1. A Canção do Treme-Terra era a canção institucional da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, antes da fusão daquele estado com o da Guanabara, em 1975. Desde então, ela é cantada e difundida quando em cerimônias de comemoração à fundação daquela corporação, que se deu em 14 de abril de 1835.
  2. Site com a música