Declaração dos Direitos de 1689

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Os Lordes e Comuns, hoje (22 de janeiro de 1689) reunidos como representantes totais e livres desta nação, declaram:

1) Que o pretenso poder de suspender as leis ou a sua execução, pela autoridade real, sem consentimento do Parlamento, é ilegal.

4) Que o direito de cobrar impostos para o uso da Coroa, sem consentimento do Parlamento, é ilegal.

5) Que é direito dos súditos apelar para o Rei e que todos os obstáculos que lhes forem colocados são ilegais.

6) Que o recrutamento e manutenção de um exército em tempo de paz, sem consentimento do Parlamento, é ilegal.

8) Que a eleição dos membros do Parlamento deve ser livre.

9) Que a liberdade de palavra nas discussões e atas do Parlamento não deve ser impedida nem questionada em nenhum tribunal ou lugar fora do Parlamento.

13) Que o Parlamento deve ser freqüentemente reunido.