Desdém, e fermosura

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Desdém, e fermosura
por Manuel Botelho de Oliveira


Querendo ver meu gosto
O Cândido e purpúreo de teu rosto,
Sinto o desdém tirano,
Que fulmina teu rosto soberano;
Mata-me o esquivo, o belo me convida,
Encontro a morte, quando busco a vida.