Eco de Anarda

Wikisource, a biblioteca livre
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Eco de Anarda
por Manuel Botelho de Oliveira


Entre males desvelados,
Entre desvelos constantes,
Entre constâncias amantes,
Entre amores castigados,
Entre castigos chorados,
E choros, que o peito guarda,
Chamo sempre a bela Anarda;
E logo a meu mal, fiel,
Eco de Anarda cruel
Só responde ao peito que Arda.