O último verso

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O último verso
por Paulo Setúbal
Poema publicado em Alma Cabocla


E quanto pode a ingênua brejeirice
Dum coração de moça, encantador:
— A um gesto teu, sem que eu o pressentisse,
Nasceu-me esta canção de sonhador,
Como um botão que por acaso abrisse
Numa roseira que não dá mais flor...