O nome de Ocarlina

Wikisource, a biblioteca livre
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
O nome de Ocarlina [1]
por Antônio Augusto de Queiroga
Poema agrupado posteriormente e publicado em Mosaico poético (1844) e Obras de Manoel Antonio Alvares de Azevedo (1862).

Furtivo beijo timido da virgem
    Co’a mente erma de amores,
O brilhante matiz que a borboleta
Deixa nas azas ver por entre as flores,
O mystico clarão frouxo da estrella
    Que no céo se esvaece,
O hynmo melancolico da pomba
    Que os bosques enternece,
E da quebrada vaga os sons pausados
    Nos rochedos magoados,
E de lyra romantica e divina,
Os mais aereos sons, são menos doces
    Que o nome de Ocarlina.

Notas[editar]

  1. Título e autoria definidos com auxílio de MIRANDA, José Américo. O poema “Sinhá”, de Machado de Assis. Navegações: revista de cultura e literaturas de língua portuguesa, Porto Alegre, v. 6, n. 1, p.8-15, jan. 2013. Disponível em: <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/navegacoes/article/view/14657>. Acesso em: 07 nov. 2015. [Nota dos editores no Wikisource]