Página:Archivo nobiliarchico brasileiro.djvu/145

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DIAMANTINA. (Barão de) Antonio de Cerqueira Caldas.

Natural da Provincia de Cuyabá, Matto-Grosso.

Era Coronel Commandante Superior da Guarda Nacional de Cuyabá, na Provincia de Matto-Grosso. Foi Vice-Presidente dessa Provincia e Deputado Geral na 20ª legislatura de 1866 a 1889. Era Proprietario e negociante e Commendador da Imperial[1] Ordem da Rosa.

BRAZÃO DE ARMAS: Em campo de oiro, um leão de góles rompente, tendo na garra esquerda um caduceu de oiro; bordadura de sinople carregada de quatro abelhas de oiro acantonadas, e de quatro besantes de prata em cruz. (Brazão passado em 29 de Junho de 1871. Reg. no Cartorio da Nobreza[2], Liv. VI, fls. 115).

CORÔA: A de Barão.

CREAÇÃO DO TITULO: Barão por decreto de 17 de Maio de 1871.


DORES DE GUAXIPÉ. (Barão das) Manuel Joaquim Ribeiro do Valle.

Tenente-Coronel da[3] Guarda Nacional.

CREAÇÃO DO TITULO: Barão por decreto de 3 de Agosto de 1889.


DOURADO. (1º Barão do) José Antonio da Silva Freire.

CREAÇÃO DO TITULO: Barão por decreto de 21 de Abril de 1883.

  1. "Imparial" no texto original; erro tipográfico.
  2. "Nobraza" no texto original; erro tipográfico.
  3. "du" no texto original; erro tipográfico.