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HORTO


E, ainda:

Amado Senhor,
Meu doce Jesus,
Que morres de amor,
Suspenso da Cruz!

· · · · · · · · · · · ·

Tu és meu, amigo
Meu sol, minha luz!
Reparte commigo
O peso da Cruz!”

Mas... não convém privar o leitor das sorpresas que encontrará, de pagina em pagina, neste formoso volume, que vem revelar uma poetisa de raro merecimento. Horto será, para os que amam a linguagem divina do verso, um desses raros livros que se leem e releem com um encanto crescente.

Rio. Outubro 99.

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