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CASTRO ALVES


No coração do Brasil!
Moços, do topo dos Andes,
Pyramides vastas, grandes,
Vos contemplam seculos mil!

Pernambuco, Agosto de 1865.




Cf. com um manuscripto de Augusto Alvares Guimarães em livro de versos do Poeta, cm. por D. Adelaide de Castro Alves Guimarães, e outro, de Antonio Alves Carvalhal, também em livro de versos de Castro Alves, cm. por D. Elisa de Castro Alves Guimarães.

E’ á I Poesia dos “Manuscriptos de Stenio”, da Edição Os Escravos “A Cachoeira de Paulo Affonso”, “Manuscriptos de Stenio” de Serafim José Alves, Rio, 1883.

1) Parece que esteve esta poesia para ser publicada nas Espumas Fluctuantes, edição original, porque, entre os autographos do Poeta que me foram cm. por D. Adelaide de Castro Alves Guimarães, estão as laudas das notas que pôs no seu livro e lá, a ultima, a 9.a, diz:

O Seculo

“O Mexico ardente

Jaz por terra e lá soluça
Juarez que se debruça
E diz-lhe: “Espera o arrebol”.

Conservei a estrophe tal, como a escrevi quando Juarez era o altivo guerrilheiro das selvas, e a patria de Montezuma arcava sob a tyrania de um governo... europêo... A espada de Deus cortando o fio á vida de um Rei, cortou a corda que garroteava um povo”.

2) Sobieski... (estancia 5.a, v. 7), João III, rei da Polonia (1629-1696) heroe polaco que repelliu Tar-