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XXVII.
UMA NOITE NO COLISEO.
A MEU AMIGO FRANCISCO DE SALES TORRES-HOMEM.
É sublime o espectaculo que offrecemDa prisca Roma os pallidos destroços,Quando da noite a placida lanternaBranquejando na abóbada cinzenta,Seu funebre clarão, como alvas flores,Entre elles vagamente enfiia, estende.Tudo é confuso então, tudo é mysterio,Tudo infunde pavor, melancolia!