Sepulcro amoroso

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Sepulcro amoroso
por Manuel Botelho de Oliveira


Já morro, doce ingrata,
Já teu rigor me mata:
Seja enterro o tormento,
Que inda morto alimento;
Por responsos as queixas,
Se tiras-me a vida e o amor me deixas;
E por sepulcro aceito,
Pois teu peito é de mármore, teu peito.