Teme que seu amor não possa encobrir-se

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Teme que seu amor não possa encobrir-se
por Manuel Botelho de Oliveira


Não pode, bela ingrata,
Encobrir-se este fogo, que me mata;
Que quando calo as dores,
Teme meu coração que entre os ardores
Das chamas, que deseja,
Meu peito se abra, e minha fé se veja.