Anexo:Registros de idiomas minoritários

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Línguas indígenas brasileiras[editar]

Interesse geral
  • Diretório que se deve observar nas povoações dos índios do Pará e Maranhão, enquanto Sua Majestade não mandar o contrário (Marques de Pombal, 3 de maio de 1757) [1]
  • Ratio Studiorum (Companhia de Jesus, 1599) [2]
  • Tratado da terra e gente do Brasil, Padre Fernão Cardim [2]

Baniwa[editar]

  • Os primeiros estudos para uma descrição do Baniwa-Kuripako datam de meados do século XIX e início do século XX, com listas de vocábulos como as de Martius (1863), Koch-Grünberg (1906, 1909, 1911, 1922) e Nimuendajú (1932).[3]
    • MARTIUS, Karl. Glossaria linguarum brasiliensium: Glossarios de diversas lingoas e dialectos, que fallao os Indios no imperio do Brazil. Wörtersammlung brasilianischer sprachen. Druck von Junge & Sohn, 546 páginas. 1863.
    • KOCH-GRÜNBERG, Theodor. Die Indianerstämme am oberen Rio Negro und ihre Sprachliche Zugehörigkeit. ZE 38: 166-205. 1906.
    • ____________________. Zwei Jahre unter den Indianern: Reisen in nordwest-Brasilien 1903-1905 ("Two years among the indians"). 1909.
    • ____________________. Aruaksprachen nordwestbrasilien und der angrenzenden Gebiete. MAGW 41: 33-153; 203-282. 1911.
    • ____________________. Die Volkgruppierung zwischen Rio Branco, Orinoco, Negro und Yapura. En: W. Lehmann (ed.), Festschrift Eduard Seler: 205-266. Stuttgart. 1922
    • NIMUENDAJÚ, Curt. Idiomas indígenas del Brasil. RIEUNT (Revista del Instituto de Etnologia de la Universidade Nacional de Tucumán). 2/2: 543-618.1932.

Nheengatu[editar]

Itens coletados a partir de menções em [1], sendo listados apenas os potencialmente em domínio público

  • O selvagem, de Couto de Magalhães (1876)
  • Grammatica da Língua Brasileira (Brasílica, Tupi ou Nheengatu), de Pedro Luiz Sympson (1876)
  • Poranduba Amazonense, de João Barbosa Rodrigues (1890)
  • Lendas em Nheengatu e em Português, de Antônio Brandão de Amorim (1928)
  • Notes on the Língua Geral or Modern Tupi of the Amazonas, do norte-americano Charles Frederik Hartt (1872)
  • A Grammar and Vocabulary of the Tupi Language, do inglês John Luccock (1881)
  • Glossaria Linguarum Brasiliensium – Glossários de Diversas Línguas e Dialetos que falam os índios no Império do Brasil, do alemão Karl Von Martius (1867)
  • La langue tapïhïya, dite tupi ou ñeengatú, do belga Constant Tastevin (1910)
  • Vocabulários de Língua-Geral Português-Nheengatu e Nheengatu-Português, do italiano Ermano Stradelli (1929).
  • Pequeno Catecismo em Português e Nheengatu para uso das Missões Salesianas da Prelazia do Rio Negro (vindo ao prelo em 1944, em Manaus)

Tupi?[editar]

  • Diálogo de Guaraparin (Anchieta, 1585), um auto-escrito todo em tupi [2]

Notas[editar]

  1. 1,0 1,1 NAVARRO, Eduardo de Almeida. O último refúgio da língua geral no Brasil. Estudos Avançados, [São Paulo], v. 26, n. 76, p. 245-254, dez. 2012. ISSN 1806-9592. Disponível em: <http://web.archive.org/web/20140410042656/http://www.revistas.usp.br/eav/article/download/47555/51284>. Acesso em: 10 Abr. 2014.
  2. 2,0 2,1 2,2 FERREIRA JR., Amarilio; BITTAR, Marisa. Pluralidade lingüística, escola de bê-á-bá e teatro jesuítico no Brasil do século XVI. Educ. Soc., Campinas , v. 25, n. 86, Apr. 2004. Disponível em: <http://web.archive.org/web/20140410050600/http://www.scielo.br/pdf/es/v25n86/v25n86a09.pdf>. Acesso em: 10 abr. 2014.
  3. http://web.archive.org/web/20140410052751/http://etnolinguistica.wdfiles.com/local--files/tese%3Asouza-2012-baniwa/souza_2012_baniwa.pdf

Links externos[editar]