Naõ podem meus olhos veruos

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Naõ podem meus olhos veruos
por Anónimo
Vilancete renascentista português presente no Cancioneiro de Elvas.


Naõ podem meus olhos veruos,
choram perderse e perderuos.

Quãdo nos voſsos se viaõ,
Algũ deſcanso sentiaõ,
Cuidando q̃ mereciaõ
Señora poderem veruos,
E agora choram perderuos.