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A Guerra de Canudos
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pêas d'uma Metropole sugadora e atrophiante, os canhões em Favella e Canudos salvaram com 21 tiros de granada, sobre alvos determinados no arraial.

O general em chefe ordenou que nesse dia o valente coronel Antonio Olympio da Silveira fizesse occupar aquella importante posição, considerando que de tal operação grandes vantagens resultariam, entre ellas libertar os soldados do fuzilamento continuo, fazendo também parte do plano de sitio, que assim teria começo.

A's 7 horas da noite formou na Favella a força destinada ao ataque. Era composta do 27.° batalhão, commandado pelo capitão Tito P. Escobar e de um canhão bem guarnecido. A força formou em frente á artilharia, um pouco a esquerda. O coronel Olimpio fêz compôr a linha de atiradores do pessoal das escolas militares, composto de rapazes valorozos e abnegados e que n'aquella campanha deram sempre as melhores próvas de arrojo e patriotismo. Para commandal-os, foi designado o alferes do 24.° Olinda Campello, que passava a servir na artilharia.

Os flanqueadores eram dados pelo 27.°; os da esquerda, commandados pelo alferes Mauricio M. Lopes de Lima e os da direita pelo alferes Rego Barros. Apóz os atiradores seguia