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f.-T

ADEUS!

Zulma, adeus! Adeus, Zulma! O derradeiro abraço o derradeiro beijo, e adeus!

Os primeiros esmorecimentos do dia descem e um crepúsculo de scysmas de brumas mysteriosas, turva as claridades bizarras e palpitantes de ha pouco.

É o crepúsculo da noite — velha saudade dos tempos, recordação fugidia das eras primitivas, spleen das almas, — accendendo no alto das collinas remotas e enternecedôras do Passado, todos os pharóes apagados das reminiscências, fazendo scintillar claros todos os preságos santélmos das Navegações vellej antes, outr′ora, pelos paizes da Illusão!

Adeus, Zulma! O derradeiro abraço, o derradeiro beijo, e adeus!

As inclementes amarguras do Mundo vieram já gralhar agoirentamente dentro da necropole sombria deste coração... E tu foste a maior dessas amarguras, que em forma de ave sinistra, gralhaste os teus dolorosos agoiroSi