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LXIII

A uma senhora creoula


No oloroso país que o sol acaricia,
Sob um rubro docel de plantas trepadeiras,
Á sombra preguiçosa e amiga das palmeiras,
Encantadora creoula eu conheci um dia.

Que ardente palidez no seu rosto moreno!
Que graça juvenil no colo delicado!
Que donairoso corpo, esbelto e bem lançado!
Que tranquilo sorrir! que firme olhar sereno!