Página:Obras de Manoel Antonio Alvares de Azevedo v2.djvu/212

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Macário: Leva para o burro.

A Mulher: É fritado em toicinho...

Macário: Leva para o burro, com todos os diabos!

(Atira-lhe o prato na cabeça. A mulher sai. Macário come.)

Um desconhecido - (entrando) : Boa-noite, companheiro.

Macário (comendo): Boa-noite

O Desconhecido: Tendes um apetite!

Macário: Entendo-vos. Quereis comer? sentai-vos. Quereis conversar? esperai um pouco.

O Desconhecido: Esperarei. (Senta-se).

Macário (comendo): Parece-me que não é a primeira vez que vos encontro. Quando a noite caía, ao subir da garganta da serra

O Desconhecido: Um vulto com um ponche vermelho e preto roçou a bota por vossa perna. . .