Página:Obras de Manoel Antonio Alvares de Azevedo v3.djvu/33

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Por que mentias, leviana e bela,
Se minha face pálida sentias
Queimada pela febre?... e minha vida
Tu vias desmaiar... por que mentias?
 
Acordei da ilusão! a sós morrendo
Sinto na mocidade as agonias.
Por tua causa desespero e morro...
Leviana sem dó, por que mentias?
 
Sabe Deus se te amei! sabem as noites
Essa dor que alentei, que tu nutrias!