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XVI.
A CONSOLAÇÃO.
Que tens? De que te queixas, desgraçado?É da Patria a saudade que te afflige?São os erros dos homens? São teus erros,Que pesam sobre ti? És criminoso?Aborreces a vida? A morte queres?
O qu’ hei de eu responder? Não, oh meus labios,Não reveleis arcanos de minha alma, Não crimineis os homens;Queixas inuteis são; labios, calai-vos.A quem não sente o mal, que importa o alheio?