Memória sobre a ilha Terceira/Bibliografia

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Memória sobre a ilha Terceira por Alfredo da Silva Sampaio
Bibliografia


Bibliografia


  • Charles Lyell — Princípios de Geologia.[1]
  • Conde de Vargas de Bedemar[2]Resumo de observações geológicas feitas em uma viagem às ilhas da Madeira, Porto Santo e Açores. [3]
  • Ferdinand André Fouqué — Voyages géologiques aux Açores.[4]
  • Ernesto do Canto — O Archivo dos Açores.[5]
  • Charles Philippe de Kerhallet — Description nautique des Açores.[6]
  • Accurcio Garcia Ramos — Noticia do archipelago dos Açores e do que ha mais importante na sua historia natural.[7]
  • Mauritius Seubert — Flora Azorica quam ex collectionibus schedisque Hochstetteri patris et filii elaboravit et tabulis XV propria manu aeri incisis ill. Mauritius Seubert.[8]
  • William Trelease — Botanical Observations on the Azores.[9]
  • J. G. Agardh — Algues des Açores.[10]
  • Henri Drouët — Catalogue de la flore des îles Açores.[11]
  • Henri Drouët — Mollusques marins des îles Açores.[12]
  • Henri Drouët — Éléments de la faune açoréene.[13]
  • Henri Drouët — Coléoptères Açoréens.[14]
  • Frederick du Cane Godman — Natural history of the Azores, or Western Islands.[15]
  • Arthur Morelet — Iles Açores. Notice sur l'histoire naturelle des Açores suivie d'une description des mollusques terrestres de cet archipel.[16]
  • Théodore Barrois — Recherches sur la faune des eaux douces des Açores.[17]
  • Emiliano Augusto de Bettencourt[18]Descobrimentos, guerras e conquistas dos portuguezes em terras do ultramar nos seculos XV e XVI.[19]
  • Jerónimo Emiliano de Andrade — Topografia ou descrição física, política, civil, eclesiástica e histórica da ilha Terceira dos Açores (2.ª edição, anotada pelo vigário José Alves da Silva).[20]
  • Félix José da Costa — Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Os seus títulos, edifícios e estabelecimentos públicos.[21]
  • António Cordeiro — Historia insulana das ilhas a Portugal sugeitas no oceano occidental.[22]
  • Francisco Ferreira Drummond — Anaes da Ilha Terceira.[23]
  • José Joaquim Pinheiro — Épocas Memoráveis da Ilha Terceira dos Açores.[24]
  • Manuel Pinheiro Chagas — História de Portugal.[25]
  • José Silvestre Ribeiro — Historia dos estabelecimentos scientificos litterarios e artisticos de Portugal nos successsivos reinados da monarchia (19 vol.). Lisboa : Academia Real das Sciências, 1871-1914.
  • Simão José da Luz Soriano — Historia do cerco do Porto[26]
  • José Augusto Cabral de Melo — Quadro Histórico dos sucessos da ilha Terceira no período que decorre de 1828-1833 (inédito).
  • Bibliotheca do Povo e das Escolas[27] — 18.ª série (1886).[28]
  • Annales de la Société entomologique de France — 1883.[29]
  • Bulletin de la Société zoologique de France — 1889-1896.[30]
  • O panorama : jornal litterário e instructivo da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis.[31]
  • Vida d'el-Rei D. Affonso VI : escripta no anno de 1684 (com um prefácio de Camilo Castelo Branco). Porto: Ernesto Chardron; Braga: Eugénio Chardron, 1873.
  • Chronica do Cardeal Rei D. Henrique, e Vida de Miguel de Moura, escripta por elle mesmo. Publicadas com algumas annotações pela Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis. Lisboa: Typographia da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, 1840.
  • Documentos para a historia das Cortes Geraes da Nação Portugueza, Câmara dos Senhores Deputados. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883-1891 (8 volumes).
  • Chronica da Terceira (1830-1831).[32]
  • Chronica dos Açores (1833).[33]
  • Chronica constitucional de Angra (1834-1835).[34]
  • Coleção de Leis (portuguesas).
  • Manuel António Ferreira Deusdado, Elogio Histórico do Dr. José Augusto Nogueira de Sampaio. Angra do Heroísmo, Imprensa Municipal, 1902; 
  • Eugène Simon, Liste préliminaire des Arachnides recueillis aux Açores par M. J. de Guerne, pendant les campagnes de l’Hirondelle (1887-1888) p. 304
  • Jules de Guerne, Les Amphipodes de l’interieur et du littoral des Açores p. 353
  • Ed Chevreux Amphipodes noveaux provenant des campagnes de l’Hirondelle (1888) p. 283
  • Quatrième campagne de l’Hirondelle (1888)
  • Jean Gustave Hebbe, «Descripção das Ilhas dos Açores (1802)», in Archivo dos Açores, vol. X, págs. 515 a 537.[35]
  • Malthe Conrad Bruun, Universal Geography, or, a Description of All the Parts of the World, on a New Plan: Africa and adjacent islands. Volume IV, pp. 482-494 Edinburgh & London: Adam Black, 1823.
  • "Die Insel Terceira" in Neue allgemeine geographische und statistische Ephemeriden, volume 28 (1829). Verlag d. Industrie-Comptoirs, Weimar, 1829.

Notas do editor[editar]

  1. Charles Lyell, Principles of Geology: being an attempt to explain the former changes of the Earth's surface, by reference to causes now in operation. 3 volumes, Londres, 1830–1833.
  2. Carl Friedrich August Grosse (Kiel, 1770 – Copenhaga, 1847), também conhecido por Eduardo Romeu, conde de Vargas-Bedemar, Edouard Romeo de Vargas de Bedemar ou por conde Vargas-Bedemar, escritor, aventureiro, geólogo e geógrafo oriundo de Schleswig-Holstein, então parte do reino da Dinamarca, que adotou o nome de uma das suas personagens de romance e, com esse nome, atingiu celebridade em toda a Europa.
  3. Resumo de observações geológicas feitas em uma viagem às ilhas da Madeira, Porto Santo e Açôres nos annos de 1835 e 1836 pelo Conde Vargas de Bedemar, Camarista d’el-Rei de Dinamarca, Director do Museu R. de Hist. Nat., e Socio da Academia R. das Sciencias em Copenhagen. Lisboa: na Impressão de Galhardo Irmãos, 1837. Esta obra, seguramente uma tradução, aparece frequentemente citada por fontes portuguesas apesar de considerada irrelevante e errónea nos meios científicos da época. Sobre esta matéria leia-se a irónica recensão crítica publicada no The North American Review, Volume 46 (April, 1838), pp. 366-385, sob o título «Art. III – Madeira and the Azores», não assinada, mas muito provavelmente da autoria de John White Webster.
  4. «Voyages géologiques aux Açores. I. L'île de Terceire. II. Graciosa et Fayal. III. Les cultures de San Miguel. Le monde organique aux Açores». Revue des deux mondes, Paris, 1873.
  5. Ernesto do Canto (editor), O Archivo dos Açores. 12 volumes, Ponta Delgada, 1878 a 1894.
  6. Charles Marie Philippe de Kerhallet (Rennes, 1809 – Paris, 1863), oficial naval francês, autor de uma vasta obra hidrográfica centrada na bacia do Atlântico, com destaque para a costa ocidental da África e as Caraíbas. A obra citada é Description nautique des Acores (extrait du Manuel de la Navigation à la côte occidentale d’Afrique, Ed. 268 du Dépôt des cartes et plans de la Marine). Paris, Imprimerie Administrative de Paul Dupont, 1858.
  7. Acúrcio Garcia Ramos (Angra, 1834 – Angra do Heroísmo, 1892), médico-cirurgião militar, político e jornalista. A obra citada é: Noticia do archipelago dos Açores e do que ha mais importante na sua historia natural, Lisboa, Typographia Universal, 1871 (2.ª edição revista pelo autor).
  8. Moritz Seubert (1818 – 1878), botânico alemão. A obra citada é: Flora Azorica : quam ex collectionibus schedisque Hochstetteri patris et filii /​ elaboravit et tabulis XV propria manu aeri incisis illustravit Mauritius Seubert. Bonn, apud Adolphum Marcum, 1844.
  9. William Trelease, “Botanical Observations on the Azores” in Missouri Botanical Garden Annual Report, Vol. 1897 (1897), pp. 77-220.
  10. Jacob Georg Agardh (Lund, 1813 – Lund, 1901), professor de botânica e político sueco. Estudou as algas recolhidas nos Açores pela expedição científica sueca que embarcada na corveta Josephine visitou o arquipélago no verão de 1869. Na edição de 1904 a citação aparece em língua francesa (“Algues des Açores”), mas a edição original é “Alger från Azorerne” in «Om de under korvetten Josephines expedition, sistlinden sommar, insamlade algerne», Öfversigt af Kongliga Vetenskaps-Akademiens Förhandlingar, 27 (1870): 359-366.
  11. Henri Drouët, Catalogue de la flore des îles Açores: précédé de l'Itinéraire d'un voyage dans cet archipel. Paris, J. B. Baillière & fils, 1866 (separata de Mémoires de la Société d’agriculture, des sciences, arts et belles-lettres du département de l’Aube, t. 30: 81-233, 1866).
  12. Henri Drouët, Mollusques marins des îles Açores. Paris, J.-B. Baillière & fils, 1858 (separata de Mémoires de la Société d’agriculture, des sciences, arts et belles-lettres du département de l’Aube, t. 22:143-188, 1858); a obra foi acompanhada pela publicação "Rapport à S. M. le roi de Portugal sur un voyage d'exploration scientifique aux îles Açores" in Mémoires de la Société d’agriculture, des sciences, arts et belles-lettres du département de l’Aube, t. 22:5-33, 1858).
  13. Henri Drouët, Éléments de la faune açoréene. Paris, J.-B. Baillière & fils, 1861 (separata de Mémoires de la Société d’agriculture, des sciences, arts et belles-lettres du département de l’Aube, t. 25:287-523, 1861).
  14. Henri Douët, Coléoptères Açoréens. Paris, Chez Baillière Lib., 1859 (separata de Revue et magasin de zoologie pure et appliquée, 2.e série, t. 11:243-267, 1859).
  15. Frederick du Cane Godman, Natural history of the Azores, or Western Islands. London, John van Voorst, Paternoster Row, 1870.
  16. Arthur Morelet, Iles Açores. Notice sur l'histoire naturelle des Açores suivie d'une description des mollusques terrestres de cet archipel. Paris, J.-B. Baillière & fils, 1860.
  17. Théodore Barrois, Recherches sur la faune des eaux douces des Açores. Lille, Imp. L. Danel, 1896 (de Mémoires de la Société des sciences, de l'agriculture et des arts de Lille, Série V, fascicule VI, 1896). O mesmo autor já havia publicado: Catalogue des crustacés marins recueillis aux Açores durant les mois d'Août et Septembre 1887. Lille, LeBigot frères, 1888 e Note preliminaire sur la faune carcinologique des Açores. Lille, LeBigot frères, 1888.
  18. Emiliano Augusto de Bettencourt (1825 – 1886), arquiteto e publicista, autor de variada cartografia de cariz histórico e corográfico. Dedicou-se à divulgação da história e geografia dos Descobrimentos e das questões coloniais.
  19. Emiliano Augusto de Bettencourt, Descobrimentos, guerras e conquistas dos portuguezes em terras do ultramar nos seculos XV e XVI. Lisboa, Litho. Matta & Comp., 1881-1882.
  20. Jerónimo Emiliano de Andrade, Topografia ou descrição física, política, civil, eclesiástica e histórica da ilha Terceira dos Açores (2.ª edição, anotada pelo vigário José Alves da Silva). Angra do Heroísmo, Livraria Religiosa Editora, 1891.
  21. Félix José da Costa, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Os seus títulos, edifícios e estabelecimentos públicos. Angra do Heroísmo: Tip. do Governo Civil, 1867.
  22. António Cordeiro SJ, Historia insulana das ilhas a Portugal sugeitas no oceano occidental. 2.ª edição. Lisboa: Typ. do Panorama, 1866.
  23. Francisco Ferreira Drummond, Anais da ilha Terceira (4 vol.). Angra do Heroísmo: Imprensa do Governo, 1850-1864.
  24. José Joaquim Pinheiro, Épocas Memoráveis da Ilha Terceira dos Açores (6 vol.). Angra do Heroísmo: Typographia de "A União", 1890-1896.
  25. Manuel Pinheiro Chagas, História de Portugal: popular e ilustrada (12 vol.). Lisboa: Empreza da Historia de Portugal, 1869-1874.
  26. Simão José da Luz Soriano, Historia do cerco do Porto: precedida de uma extensa noticia sobre as differentes phazes politicas da monarchia desde os mais antigos tempos até ao anno de 1820, e desde este mesmo anno até ao começo do sobredito cerco (2 vol.). Lisboa: Imprensa Nacional, 1849. Existe uma «nova edição ilustrada. Precedida da biographia do auctor. Porto 1889 e 1890. A. Leite Guimarães – Editor».
  27. Inserida no contexto das edições populares de finais do século XIX, a «Bibliotheca do Povo e das Escolas» foi uma vasta coleção de opúsculos que visava a educação e a difusão da ciência e da técnica, com destaque para as questões da saúde e higiene, entre um público formado por portugueses e brasileiros escolarizados, mas carentes de educação científica e literária. A publicação da coleção foi iniciada em 1881, por iniciativa do editor lisboeta David Corazzi, prosseguindo, embora com ritmo irregular e com diversos editores, até 1913, ano em que se editou no Rio de Janeiro o último número. Ao todo foram publicados 237 números, repartidos por 29 séries, com mais de uma centena de autores, incluindo entres estes alguns dos mais destacados intelectuais da época (cf.: Olímpia de Jesus de Bastos Mourato Nabo, Educação e Difusão da Ciência em Portugal : A “Bibliotheca do Povo e das Escolas” no Contexto das Edições Populares do Século XIX. Portalegre: Escola Superior de Educação de Portalegre do Instituto Politécnico de Portalegre (dissertação de mestrado), 2012).
  28. Na edição de 1904 aparece erroneamente datada a 18.ª série como de 1887. As duas obras relevantes para a temática terceirense incluídas na 18.ª série são ambas da autoria de Júlio de Castilho e intitulam-se: O archipelago dos Açores (n.º 137 da coleção) e Ilhas occidentaes do archipelago açoriano (n.º 139 da coleção). Embora incluída na 17.ª série, no mesmo ano saiu o opúsculo As ilhas adjacentes (n.º 130 da coleção), da autoria de João Cesário de Lacerda. No resto da coleção, com temática açoriana apenas aparece o n.º 174, de 1889, intitulado Fastos açorianos, obra de Gabriel d'Almeida.
  29. O artigo citado é: Eugène Simon (1883), "Études arachnologiques. 14e Mémoire. XXI. Matériaux pour servir à la faune arachnologique des îles de l'Océan Atlantique (Açores, Madère, Salvages, Canaries, Cap Vert, Sainte-Hélène et Bermudes)". Annales de la Société Entomologique de France, Paris, séries 6, 3(2), 259–272, pl. 8; 3(3), 273–314.
  30. Em resultado das expedições científicas aos Açores conduzidas por Alberto do Mónaco, nos volumes do Bulletin de la Société zoologique de France publicados no período apontado saíram múltiplos artigos com referência à fauna da Terceira. Os mais relevantes são: Jules de Guerne (1889). "Les Amphipodes de l’interieur et du littoral des Açores". Bull. Soc. Zool. France, 14: 353-360; Adrien Dollfus (1897). "Note préliminaire sur les Tanaidæ recueillis aux Açores pendant les Campagnes de l´Hirondelle (1887-1888)". Bull. Soc. Zool. France, 22: 207-215.
  31. O Panorama : jornal litterario e instructivo da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, periódico inicialmente dirigido por Alexandre Herculano, editou-se no período 1837-1868. Criado à imagem do londrino «The Penny Magazine of the Society for the Diffusion of Useful Knowledge» teve a sua primeira edição a 6 de maio de 1837, suspendendo-se a primeira série em 1844, sendo a Sociedade dissolvida em 1845. A publicação foi retomada, cessando definitivamente em 1868 (cf.: Maria de Fátima Nunes (introdução, notas e seleção de textos), O Panorama – Jornal Literário e Instrutivo da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis. Publicações Alfa S. A., Lisboa, 1989, pp. 8-19).
  32. Considerado o primeiro periódico editado nos Açores. Órgão oficial da Regência de Angra, publicou-se naquela cidade entre abril de 1830 e março de 1831, num total de 44 números.
  33. Chronica dos Açores foi um periódico publicado em Angra, pela Imprensa da Prefeitura, tendo aparecido 51 números, com o n.º 1 datado de 6 de janeiro de 1833 e o n.º 51, e último, datado de 29 de dezembro daquele mesmo ano.
  34. Chronica Constitucional d’Angra foi um semanário que se publicou na cidade de Angra entre 5 de janeiro de 1834 (n.º 1) e 5 de março de 1835. O periódico assume-se como a continuação da Chronica dos Açores, justificando, na página de abertura do seu n.º 1, a mudança de título com o seguinte parágrafo: «Depois da divisão deste Arquipélago nas duas Províncias Oriental e Ocidental não era adequado a esta folha o título de Chronica dos Açôres, que por isso substituímos pelo de Chronica Constitucional d’Angra».
  35. Johan Gustaf Hebbe (Stockholm, 8 de novembro de 1777 — Sundsholm, Järsnäs, 27 de setembro de 1847), oficial da marinha sueca, visitou os Açores nos anos de 1800 e 1801, com maior tempo de permanência nas ilhas do Faial e Pico. Em resultado da sua viagem publicou uma obra com o título Några korta underrättelser om Fayal och de öfrige Açorerne (Stockholm: Marquard, 1804; cf. recensão publicada em Allgemeine geographische Ephemeriden, vol. 16 (Sechzehnter Band, Zweites Stück Februar), pp. 200-204, Weimar, 1805). A obra foi traduzida para alemão, inglês e francês. A edição com maior expansão foi em língua alemã, saída a público em Weimar no ano de 1805, com o título Johann Gustav Hebbe's Schwedischen Seeoffiziers Nachrichten von den Azorischen Inseln, besonders von der Insel Fayal, numa tradução anotada de Friedrich Rühs, ao tempo professor em Greifswald. (Johan Gustaf Hebbe, Nachrichten von den Azorischen Inseln besonders von der Insel Fayal. Aus den Schwedischen Auszugsweise übersetzt und mit Anmerkungen begleitet von Professor und Bibliothekar Rühss zu Greifswalde. in «Bibliothek der Reisebeschreibungen», volume 28, Verlag des F. S. priv. Landes-Industrie Comptoirs, Weimar, 1805). A versão inglesa, publicada como «Account of the Azore Islands by Gustavus Hebbe», surgiu em 1806. A edição francesa surgiu como Jean Gustave Hebbe, «Description des iles Açores», in Voyages dans l'Intérieur du Brésil (...) par Jean Marve. 2 vol., em tradução do geógrafo Jean-Baptiste Benoît Eyriès (a partir de Beskrifning på Fayal och de öfriga Azoriska öarna), Ed. Cide Fils, Paris, 1816. Uma tradução em português (a partir da versão francesa) foi incluída como «Descrição dos Açores (1802)», in Arquivo dos Açores, X. 515-537.