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populaires lorrains, n.º 17, com importantes notas; Revista, Melusine, t. I, p. 206 a 213: Les trois filles du Boulanger, etc. Foram tambem vulgarisadas na traducção das Mil e uma noites, As duas irmãs invejosas, e na continuação de J. Scott, na Historia do sultão do Yemen e das suas tres filhas; Bladé, Trois Contes, p. 33.

O grupo occidental completa-se com as versões gregas, em Hahn, Griechische und Albanische Märchen, n.º 5, e n.º 69 (variante 1, e 2) e n.º 112; e nos Neohellenica Analecta, I, 1, n.º 4, e n.º 8; outra em K. Ewlampios.

Variante irlandeza, em Powel and Magnusson, Irelandie Legendes, t. II, p. 427.

As versões allemãs são numerosissimas: Grimm, Kinder und Hausmärchen, n.º 96; Prohle, Kinder und Volksmärchen, n.º 3; Wolf, Deutsche Hausmärchen; p. 168; Wernaleken, Oesterreichische Kinder und Hausmärchen, n.º 34; Peter, Legendas, Novellas, usos e superstições populares da Silesia austriaca, t. II, p. 199; Meier, Deutsche Märchen und Sagen, n.º 72; Fromman, Die deutsche Mundarten, IV, 263; Bechstein, Deutsche Märchenbuch, p. 250; Haltrich, Contos populares tedescos de Saxe de Transilvania, n.º 1; Curtze, Tradições populares do principado de Waldeck, n.º 15; Zingerle, Kinder und Hausmärchen, t. II, p. 112 e p. 157; Liebrecht, versão do Tyrol allemão no Annuario de Litteratura de Hidelberg, n.º 42, p. 187.

As versões slavas alargam o dominio da ficção: Natalia Nemcova, Novellas e contos populares slavos, vol. V, p. 52; Wenzig, Thesouro de Novellas dos Slavos occidentaes, p. 148; Glinski, Bajarz Polski, t. II, p. 46; Gaal e Stier, Contos populares hungaros, p. 390; Stephanovic, Contos servios, n.º 25 e 26; Köhler, no Iagic Archiv für Slavische Philologie, fasc. II, p. 626 e 627; Afanasieff, Novellas populares russianas, liv. VI, n.º 96; Miklosich, Contos dos Ciganos de Bukowina, n.º 1; Urbovec, Contos populares croatas, n.º 25; M.me Mijatovies, Popular Tales, p. 238; Schiefner, Avarisch Texte, n.º 12; e uma versão siameza no