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DOM JOAO VI NO BRAZIL 1131

nos Ayres. A B-anda Oriental, que Elio anteriormente res- guardara da ambigao portugueza, de que foi expressao a missao Curado, encontrou, porem, no seu seio urn caudilho para personiffcar sua propria autonomia em frente a inva- sao brazileira e a reivindicagao portenha.

Poucas historias ha tao agitadas, n esta agitada Ame rica do Sul, como a d esses dous lustros de lucta, e com urn resultado tao inevitavel, nas circumstancias de en tao, quanto a verificada conquista estrangeira. A pequena pro- vincia nao podia escapar a cobicas tao poderosas como as que pelo norte e pelo sul a espreitavam, e d ellas a mais fraca cedeu a mais forte. Buenos Ayres, no proprio interesse, segundo acreditava, favoreceu Artigas contra as auctoridades legal istas, ajudando-o a sitiar Montevideo, e Alvear logrou em 1814 impor a Elio uma capitulagao depois que Brown, ao servigo argentine como almirante, -destruio a esquadrilha do vice-rei hespanhol. Foi n este periodo que a corte do Rio, a pretexto de proteger o livre commercio costeiro entre os portos do Sul e os do Prata ( r ) , servio contra Vigodet a governo das Provincias Unidas, nao podendo este mais tarde, quando Artigas so em campo, obstar a que fosse cobrado aquelle servico a Montevideo com o preco da indcpendnicia Uruguay a.

Huenos Ayres calculara ainda que tal sacrificio, qu- Artigas quizera arrostar desajudado, Hie aprovcitaria e a causa do seu federalismo, mas a previsao provou errada e vimos que foi o imperial ismo portuguez que, como era natu-

��<1i A cxpnnsno do 1 rancns i-cl;a;ocs nicrcjini is cnlrc o l 6 D Uio da 1 i-ata t oi o on^odo coin tpK 1 Linliarcs .pn-tcudtMi mi 1SOS, obtcr dc Liiiicrs a rollorac.-ao dc .^iiarnicocs j)or(u.u-iicxas cm algumas ])ra<;:!s da ]n:ir.u\Mn oriental do Uruguay, alrni d.i indispensavel segu- .ranra u?as peasoas e propriedades porm.mic/as cm todos os dorniri .^ hespanhoes do -Atlantico. iM<s. add. do .MUS.MI I .ntanniro, n. : >-_M>os),

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