Página:Obras de Manoel Antonio Alvares de Azevedo v3.djvu/77

Wikisource, a biblioteca livre
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa


olvido porém amor tão santo!
Guardo ainda num cofre perfumado
O lenço dela que molhava o pranto...
 
Nunca mais a encontrei na minha vida,
Eu contudo, meu Deus, amava-a tanto!
Oh! quando eu morra estendam no meu rosto
O lenço que eu banhei também de pranto!