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Página:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu/155

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SUSPIROS POETICOS
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   Do somno em que te abysmas. Dorme, dorme, que o Tempo não perece; Dorme, que um dia te erguerás mais bella; Dorme, até que a trombeta do teu Anjo No mausoléo resôe de Adriano[1]. Os designios de Deos serão cumpridos: Não, tu não morrerás, cidade eterna.

Roma, Dezembro de 1834.
 
 
  1. Hoje Castello de S. Angelo.