Página:Ultimos Sonetos.pdf/47

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QUANDO SERÁ?!


Quando será que tantas almas duras
Em tudo, já libértas, já lavadas
Nas aguas immortaes, illuminadas
Do sol do Amor, hão de ficar bem puras?

Quando será que as limpidas frescuras
Dos claros rios de ondas estrelladas
Dos céos do Bem, hão de deixar clareadas
Almas vis, almas vans, almas escuras?