Horto (1910)

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Horto
por Auta de Sousa

Deus que nos lançou uns nos braços de outros, não ha de separar-nos para sempre...

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Ver-nos-hemos em uma outra vida, onde os que soffreram nesta serão compensados; onde o que muito amou na terra tornará a encontrar as almas amadas n’um outro mundo sem lagrimas e sem morte.

Os tumulos dos teus dão-te regaços!
Ama-te a sombra do salgueiro afflicto...
Vae, pois, meu livro! e como o corvo agreste
Traz-me, no bico, um ramo de cypreste!

A’ memoria de meu pae, de minha mãe e de meu irmão.

Ás boas irmãs do Collegio da Estancia, em Pernambuco, almas formosas e santas que me educaram o coração e o espirito, offereço o que ha de mais puro nestes singelos versos.

A meus irmãos


INDICE
 
 Pags.
 92
INEDITOS

Notas[editar]

  1. Por Olavo Bilac.
  2. Por seu irmão, Henrique Castriciano de Sousa.